Em 2001, pesquisadores param para repensar os caminhos da web. Resultado: web 2.0. O que já existe passa a se chamar versão ponto 1, o novo vira 2. Mas para ser novo não basta ter layout moderno. Deve unir uma porção de facilidades, que proporcionem aos mais simples cidadãos, o acesso a rede.
Interação é a palavra do momento. O usuário deixa de buscar a informação. Ela passa a vir atrás dele. Como? Sites de services do google são a prova concreta. Com um modelo arrojado e prático, o sistema de correio eletrônico gmail invadiu de forma curiosa o mercado e rapidamente se espalhou. Sem custo, a técnica google de conquistar usuários tem como base a comodidade. Com uma enorme capacidade de administrar conteúdo, usuários google não passam dificuldades. De casa, do escritório ou até mesmo do celular alcançam o mundo.
Os pioneiros da web vão sendo aos poucos substituídos por outros. O que antes era site pessoal, virou blog. Músicas deixam de ser mp3.com e passam a ser administradas pelo Napster. Toda e qualquer fotografia encontramos no
Flickr e não no ultrapassado Ofoto. A cada dia que passa, entender o sistema HTML deixa de ser necessário. Esse conhecimento se resguarda aos técnicos, pois os leigos também podem criar sites e interagir online, basta seguir as instruções dos mais variados sites.
O site “enciclopédico”
Wikipedia deve ser destacado entre os avanços da web 2.0. Disponível gratuitamente para todo e qualquer usuário que tenha acesso à rede, o endereço é recheado de conteúdo infinito. Informações estas que podem ser adicionadas ou editadas por qualquer cidadão. Dá pra acreditar?
Crise, nada. Sucesso!